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15 May 2013

Curso de Verão — Paleografia Portuguesa Moderna (s. XVI-XVIII)

I Curso de Paleografia Portuguesa Moderna (s. XVI-XVIII)
«Escrivaninhas Judiciais, Notariais e Outras»

Formadores — Bernardo de Sá Nogueira, Susana Tavares Pedro, Joana Pinho, Jorge Testos
Data — 11 de Junho a 16 de Julho 2013
Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa
     Programa

  • 11 Junho - Paleografia notarial e judicial portuguesas da época moderna
  • 18 Junho - Paleografia judicial (tribunais civis)
  • 25 Junho - Paleografia judicial (Inquisição I)
  • 2 Julho - Paleografia judicial (Inquisição II)
  • 8 Julho - Paleografia notarial (escrivaninhas das Misericórdias)
  • 16 Julho - Paleografia notarial (contratos de casamento)
Sessões às terças-feiras, das 18:00 às 20:00, no Anfiteatro III (edifício novo)

A inscrição é de EUR 40 para os alunos da FLUL e de EUR 50 para o público em geral. Os membros das entidades com as quais o Centro de História tem protocolos de colaboração usufruem também do preço para estudantes FLUL.

Informações: Secretariado dos Cursos do Centro de História, por telefone ou email
tel.: 21 792 00 00 (Extensão: 11610)
email: centro.historia@fl.ul.pt

Ficha de inscrição aqui
                    

20 March 2012

Livro dos sinais públicos de tabeliães e escrivães

A ordenação da nova ordem do juízo de D. Sebastião, dada em Lisboa a 28 de Novembro de 1577 e publicada a 28 de Janeiro de 1578 (disponível em http://purl.pt/15199), dispunha no seu §19 o seguinte:


As Ordenações Filipinas, publicadas em 1603, incorporaram esta disposição no Livro I, tít. 1, §44:

“E mandamos que na Relação haja hum livro assinado e numerado per hum Desembargador, que o Regedor ordenar, que o mesmo Regedor terá fechado de sua mão; no qual todos os Tabelliães e Scrivães das Cidades, Villas, Concelhos e Lugares do districto da Casa da Supplicação, quando tirarem as Cartas de seus Officios, farão os sinaes publicos, de que houverem de usar, e hum termo de sua letra, para na Relação, quando cumprir a bem de justiça, se poderem ver e cotejar os ditos sinaes e letra. E outro tal livro haverá na Casa do Porto, para os Tabelliães e Scrivães dos Lugares e Concelhos do seu districto.”

O livro da Casa da Suplicação (disponível em http://digitarq.dgarq.gov.pt/details?id=4162682) foi feito a 31 de Janeiro de 1578 por ordem do Regedor Lourenço da Silva, que ordenou ao Doutor André Velho, Desembargador da Casa da Suplicação, que assinasse e numerasse o livro.

Para além do registo dos sinais públicos dos tabeliães e escrivães do distrito da Casa da Suplicação (que abrangia o Algarve, as comarcas de Entre-Tejo-e-Guadiana e Estremadura – excepto as correições de Coimbra e Esgueira – e a correição de Castelo Branco), o livro conserva ainda provimentos de oficiais de justiça da Casa da Suplicação entre 1651 e 1665 (a partir do fl. 263).